
Não percam o lançamento do mais novo livro de André Trigueiro – Mundo Sustentável 2 – nesta segunda, dia 6 de fevereiro, às 19h, na Livraria Travessa do Shopping Leblon (Av. Afrânio de Melo Franco, 290/lj 205A.Despertar o adolescente para a importância do consumo consciente.

Não percam o lançamento do mais novo livro de André Trigueiro – Mundo Sustentável 2 – nesta segunda, dia 6 de fevereiro, às 19h, na Livraria Travessa do Shopping Leblon (Av. Afrânio de Melo Franco, 290/lj 205A.
Brasília – A data de hoje (31) será celebrada em várias cidades do mundo. É o dia em que a população mundial atinge 7 bilhões de pessoas. Os nascimentos de bebês em diferentes localidades simbolizam o marco histórico.
Nas Filipinas, a data já foi comemorada, tendo como símbolo o nascimento de Danica Maio Camacho. Ela nasceu nesse domingo (30), dois minutos antes da meia-noite. Porém, para os médicos, o nascimento deve ser comemorado como se fosse hoje. Atualmente, a expectativa média de vida é 68 anos, nos anos 1950 era 48 anos.
Os especialistas, no entanto, não conseguem determinar com precisão onde nasceu ou vai nascer o cidadão de número 7 bilhões. A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que até a metade deste século o número vai triplicar. Para a ONU, é fundamental que os governos invistam mais em planejamento no que se refere a alimentos, à água, energia e maior produção de lixo e poluição.
Com uma população de 13 milhões de pessoas, na Zâmbia, no Sul da África, o desafio do governo é o altíssimo número de nascimentos. A estimativa é que esse número triplique até 2050 e chegue a 100 milhões até o fim do século, fazendo com que o país tenha uma das populações que mais crescem no planeta.
Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa, e da BBC Brasil.
Edição: Graça Adjuto
* Publicado originalmente no site Agência Brasil.
(Agência Brasil)

Pesquisa feita pelo Instituto Vitae Civilis em parceria com a Market Analysis concluiu que apenas 11,5% da população está familiarizada com a Rio+20, e dois em cada três dos entrevistados não tem ideia do que se trata. Por conta deste resultado, pode-se perceber a importância da comunicação e da educação ambiental como instrumento de conscientização e engajamento do cidadão. O artigo abaixo retrata muito bem este panorama.
Brasileiros desconhecem a RIO+20:
E nós jornalistas com isso?
Conferência internacional a ser realizada em 2012 em nosso país é ignorada pela maioria da população
Por Reinaldo Canto*
Pergunte a qualquer vizinho, familiar, amigo ou colega de trabalho sobre a Copa do Mundo no Brasil. Existe alguém que não saiba da sua realização em 2014? É pouco provável que encontremos pessoas alheias a esse fato tão comentado e discutido, nem sempre de maneira muito positiva. O certo é que faltam ainda três anos para o início da disputa e, certamente, a maioria dos brasileiros está devidamente informada sobre esse grande acontecimento.
Já em relação a Rio+20, evento capaz de atrair representantes de 200 países e que irá colocar o país, vinte anos após a Eco-92, novamente no centro das discussões ambientais com temas relevantes como desenvolvimento sustentável, economia verde e erradicação da pobreza, faça a mesma pergunta e a resposta invariavelmente será uma interrogação.
É chocante, mas ao mesmo não surpreende o resultado da pesquisa divulgada pelo Instituto Vitae Civilis em parceria com a Market Analysis. O estudo concluiu que apenas 11,5% estão familiarizados com a Rio+20 e dois em cada três entrevistados não tem ideia do que se trata.
A enquete foi feita por telefone com 806 pessoas, integrantes de todas as classes sociais. Das respostas, 4,4% disseram ter ouvido “muito” sobre a conferência e 7,7% escutaram “alguma coisa” sobre ela.
Menos mal que essa minoria informada sobre a Rio+20 tem grande interesse nos temas a serem discutidos na conferência (73%) e consideram as mudanças climáticas um problema sério a ser combatido (92%). O que só reforça o caráter, infelizmente, “elitista” do tema.
Mas como é possível aceitar placidamente que discussões sérias e altamente relevantes para a vida das pessoas e suas famílias sejam simplesmente ignoradas? Enquanto a Copa do Mundo, evento transitório, de ganhos duvidosos para o Brasil receba tanta atenção de todos?
Quero deixar claro que não contesto aqui a boa cobertura da Copa, pois são extremamente relevantes as matérias sobre os valores e orçamentos envolvidos, as grandes obras de estádios e de infraestrutura necessárias para sediar o evento. É óbvia a importância da Copa e ponto. Nesse caso, é impossível fazer tal comparação e, certamente, a magnitude da Copa leva nítidas vantagens. Mas, talvez melhor que comparar, a ideia central desse artigo seja de indagar: por que tantos sabem sobre um evento e tão poucos sobre outro?
Em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, o coordenador de Processos Internacionais do Instituto Vitae Civilis, Aron Belinky, aponta o ceticismo quanto ao alcance de resultados concretos, a complexidade e difícil compreensão dos temas e até mesmo a responsabilidade do governo em dar visibilidade ao evento, entre as principais razões para o decepcionante interesse da população sobre a Rio+20.
Desafio para a IV Conferência Brasileira de Jornalismo Ambiental
E qual a responsabilidade de nós jornalistas? Será que a imprensa tem conseguido colocar na pauta os temas da sustentabilidade de maneira que as pessoas compreendam a sua importância? O que falta e o que devemos fazer para transformar esses assuntos de, “difícil compreensão”, mas vitais para o nosso futuro, em algo que seja facilmente entendível, assimilável por qualquer pessoa?
Afinal, por que tem sido tão complicado “vender” a ideia de que o nosso futuro depende de um mundo mais equilibrado e, portanto, mais sustentável? O que e como precisamos dizer, para uma boa compreensão, que muitos dos nossos problemas atuais residem no consumismo exacerbado, na destruição de nossos recursos mais essenciais em nome da ganância de alguns poucos?
Em novembro, mais precisamente nos dias 17, 18 e 19, irá acontecer a quarta edição do Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental e não é por outra razão que a cidade do Rio de Janeiro será a sede desse nosso encontro. (http://cbja-rio2011.com.br/)
Essa será uma ótima oportunidade para debatermos nosso papel na discussão e no entendimento da Rio+20, assim como, nas coberturas de temas ambientais, desenvolvimento sustentável e afins.
Com certeza, a nós jornalistas não podem ser debitadas, isoladamente, a pouca compreensão e interesse em relação a Rio+20. Mas, posso afirmar que temos espaço e condições para desempenhar com maior eficiência o nosso papel de informar a sociedade sobre os desafios rumo a um mundo mais justo e sustentável.
Artigo publicado originalmente na coluna do autor, Cidadania & Sustentabilidade, no site da revista Carta Capital: http://www.cartacapital.com.br/carta-verde/brasileiros-desconhecem-rio20-e-nos-jornalistas-com-isso
Celebridades como os atores Marcos Palmeira e Wagner Moura e a modelo Giselle Bundchen, além de outros, gravaram vídeos caseiros em prol da defesa de nossas florestas. 

Este projeto foi criado e é coordenado por um grande amigo – Domingos Sávio Teixeira – no Morro do Pão de Açúcar, há 9 anos. Participo como voluntária desde 2008. Este mutirão aconteceu no dia 04/09/11, com a equipe da REDE TV, que foi fazer uma reportagem sobre este trabalho. Foi exibido ontem (17/09/11), no Programa "Good News". Saiba mais sobre este projeto em: http://www.paodeacucarverde.blogspot.com/

Como considerar as atuais condições ambientais e seus impactos no nosso corpo, em nossa corporeidade? Como o corpo reage a esta nova modalidade de vida? Questões como essas mostram um pouco de uma das dimensões ecológicas de nossos corpos e a imensa capacidade adaptativa de nossa espécie. Estas são algumas pegadas deixadas por este oportuno texto que certamente fará o leitor despertar novos olhares para lidar com os desafios que nos esperam no século XXI.
Este livro foi escrito por um ex-professor, amigo, ambientalista e grande batalhador das causas ambientais - Celso Sanchez. Um assunto muito interessante que deve ser tratado com a maior importância.
Dê uma olhada neste site, faça seu cadastro e participe! Doe um pouco do seu tempo ocioso em benefício de um mundo melhor! Experimente! Isto fará bem a você!
Existem imagens que nos marcam profundamente. Uma delas está no primeiro volume da série de Elio Gaspari sobre a ditadura militar no Brasil (A Ditadura Envergonhada). Ali, logo após a página 256 existe um conjunto de imagens que retratam as manifestações populares de 1968, que culminaram na resposta do governo com o endurecimento do regime, através da edição do Ato Institucional 05 em 14 de dezembro de 1968. A imagem que ficou na minha mente é justamente uma da “Passeata dos Cem Mil”, realizada em 26 de junho de 1968, onde intelectuais e artistas caminham junto da população, pedindo o fim da opressão e da censura.

O Instituto EcoDesenvolvimento leva sua organização a vivenciar uma nova forma de pensar, agir e produzir resultados, em que todos ganham. O Jogo Negócio Sustentável® é um instrumento que, além de lúdico, desafiador e divertido, estimula a reflexão, integração e desenvolvimento de habilidades individuais e coletivas através de uma experiência dinâmica e interativa de negociação Ganha, Ganha, Ganha.

Organizações inovadoras são aquelas que estimulam novos comportamentos garantindo o equilíbrio entre o sucesso pessoal e coletivo.
A experiência do Jogo Negócio Sustentável® evidencia, de forma clara, a complexidade da geração de riqueza que de fato acontece no mundo real, onde os participantes negociam simultaneamente os 5 recursos indispensáveis para qualquer atividade econômica:

Colaborar e competir em tempo real, desenvolvendo novos hábitos de competição e cooperação entre pessoas e organizações
O Jogo Negócio Sustentável® estimula a realização de negócios com lucros para todos os envolvidos: as pessoas, a organização o território e o planeta.
Mostra que é possível fazer bons negócios através de empreendimentos sustentáveis, lucrativos com ética e transparência.
Quebra paradigmas e promove a reflexão. Estimula uma nova forma de pensar, de agir e de produzir resultados. É um poderoso instrumento de mudança de percepção de problemas, de visão de mundo, de busca de soluções antes não imaginadas, que afeta profundamente o comportamento da vida real, de forma positiva.

Os biocombustíveis são fontes de energias renováveis, provenientes da natureza, principalmente derivadas de matérias agrícolas, como as plantas oleaginosas (Ex: mamona, babaçu e dendê), a cana de açúcar e a biomassa florestal, apenas para citar alguns exemplos. Até mesmo o lixo orgânico é capaz de produzir biocombustível.
Quando esses materiais entram em combustão, eles são capazes de produzir energia "limpa", ou seja, justamente o oposto das matrizes energéticas fornecidas pelos combustíveis fósseis, a exemplo do petróleo e do diesel. A exploração exacerbada desses últimos tem contribuído para o aumento do efeito estufa em todo o planeta. Daí a importância de se buscar alternativas, a exemplo dos biocombustíveis.
Os biocombustíveis liberam na atmosfera uma quantia significativamente menor de poluentes em relação aos combustíveis derivados do petróleo. Alguns exemplos mais conhecidos são: o hidrogênio, o álcool (etanol) e o gás natural. Porém, vale destacar que este último é uma fonte de origem não-renovável, embora seja limpa.
Tipos
Entre os principais tipos de biocombustíveis, estão:
- Biodiesel - Bioetanol - Biomassa - Biogás
O biodiesel é o combustível produzido a partir de óleos vegetais, como girassol, mamona e soja, novos ou usados, além de gorduras animais. É biodegradável e renovável, capaz de substituir parcial ou totalmente o óleo diesel dos motores dos automóveis. O diferencial dessa fonte bioenergética consiste no fato de que o biodiesel permite, num ciclo fechado, que o dióxido de carbono (CO2) seja absorvido quando a planta cresce e liberado no momento em que o biodiesel é queimado na combustão do motor.
O uso desse biocombustível reduz, significativamente, as emissões de:
Vale destacar que a produção de biodiesel se dá, principalmente, a partir do etanol. O etanol (CH3 CH2OH) é um álcool orgânico, obtido por meio da fermentação de açúcares, hidratação do etileno ou redução de acetaldeído.
Além de servir a indústria de bebidas e perfumaria, o etanol também é muito usado como combustível de motores de explosão. O Brasil é o principal produtor mundial de etanol, seguido de perto pelos Estados Unidos. Em terras brasileiras, o etanol proveniente da cana de açúcar (sua principal matéria-prima) é o mais utilizado. Já em solo norte-americano, o etanol oriundo do milho é o mais consumido. Especialistas costumam defender o uso do etanol celulósico, menos prejudicial ao meio ambiente e também mais barato.
O gás natural é uma energia de origem fóssil, logo, não é renovável. Formado por uma mistura de hidrocarbonetos leves, que à temperatura ambiente e pressão atmosférica permanece no estado gasoso, trata-se de um gás inodoro e incolor, não é tóxico e é mais leve que o ar. Fonte de energia limpa, que pode, inclusive, ser usada nas indústrias, substituindo outros combustíveis mais poluentes, o gás natural contribui para reduzir o desmatamento e diminuir o tráfego de caminhões que transportam óleos combustíveis. As reservas de gás natural são muito grandes e o combustível possui inúmeras aplicações em nosso dia a dia. O baixo impacto ambiental, a facilidade de transporte e manuseio, a capacidade de atrair investimentos e a segurança quanto a sua exploração são as principais vantagens do gás natural.
Derivada de materiais orgânicos, a biomassa é produzida através dos organismos capazes de fazes fotossíntese, bem como os derivados deles. Estão inclusos nesse pacote o estrume de gado, restos de madeira, óleo vegetal e o próprio lixo urbano. Os resíduos emitidos na queima para a produção de biomassa não interferem no efeito estufa. Outra vantagem é o baixo custo de implantação e manutenção. Esse biocombustível também é favorecido porque a energia elétrica está cada vez mais escassa, bem como os combustíveis fósseis. Todavia, o mesmo não se pode dizer do lixo, cada vez mais produzido pela humanidade.
Já o biogás é composto, principalmente, por hidrocarbonetos de cadeia curta e linear. Trata-se de um combustível gasoso, dotado de substâncias energéticas e é semelhante ao gás natural. É utilizado para a geração de energia elétrica, térmica ou mecânica, normalmente em propriedades rurais, pois contribui para a redução dos custos de produção. O biogás e os biofertilizantes têm sido usados no Brasil para o segmento de saneamento rural (como subprodutos).
O bioetanol, por sua vez, resulta do processo de obtenção do etanol pela biomassa. Também conhecido como etanol de lignocelulose, esse biocombustível é produzido a partir de resíduos agroindustriais, como o bagaço de cana. O milho e a beterraba também são capazes de produzir o bioetanol, o que estimula as críticas de parte da comunidade científica, que vê esse fato como desperdício de alimentos.
Fonte: Ecodesenvolvimento.org
• Reciclagem ajuda o meio ambiente? (Por Germano Woehl. Fonte: O Eco)
Está chegando a hora! Neste sábado, 26 de março, de 20:30h às 21:30h apague as luzes! A ong WWF vem coordenando essa campanha anualmente para mobilizar as pessoas em relação ao consumo excessivo de energia. Clique aqui para maiores informações.No embalo da campanha - Saco é um Saco -, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) lança o Dia do Consumidor Consciente - 15 de outubro - e propõe um desafio: - Um dia sem sacola plástica. A exemplo do que aconteceu no Dia Sem Carro, a ideia da ação é despertar a consciência ambiental nos consumidores e incentivá-los a recusar as sacolas plásticas em suas compras nesta data, adotando uma sacola retornável ou outra alternativa. Na verdade, este é um dia importante, mas simbólico. O ideal é que todos os dias sejam dos consumidores conscientes e que adotemos esta postura SEMPRE!
Diante da crise ambiental em que estamos vivendo e o papel crucial que o consumo exerce sobre os ecossistemas, pressionando intensamente os recursos naturais, há cada vez mais a necessidade de um despertar de valores éticos e de uma nova reflexão existencial. Quanto mais consumimos, mais exploramos os recursos naturais (água, energia, florestas, solos, etc) em menos tempo, não dando chance da natureza se recuperar. O protagonismo juvenil é de vital importância ao meio ambiente, pois é na adolescência que o jovem começa a fazer suas escolhas com maior autonomia. Por esta razão, este trabalho tem como objetivo final, despertar o adolescente para este problema. Pensando nisso, um blog sobre consumo consciente foi criado, focado em especial para essa faixa etária, visando a transmissão da informação, do conhecimento, da sensibilização, da conscientização e da ação. Através desta ferramenta, que foi elaborada procurando uma linguagem apropriada para o adolescente, pensando na sua programação visual, a comunicação se faz por textos, vídeos, músicas, jogos, acesso a links interessantes, etc. O que se busca é o despertar do público jovem para a importância que suas atitudes cotidianas tem perante o mundo, conscientizando e orientando na sua forma de consumir, esperando-se assim que haja um maior engajamento e uma mudança de atitude.
Você sabia que estamos consumindo 40% a mais do que o planeta pode nos oferecer? Mais do que isso, se toda a população do globo terrestre consumisse como os EUA e a Europa que são os maiores consumidores do mundo, precisaríamos de quatro planetas Terra?